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  • 06/09/2021 PAPO DE PROFISSA: Um flash da história de um pódio olímpico
    Um flash da história de um pódio olímpico! - Olá corredores! Era noite de 6 de agosto quando assisti pela TV (de queixo caído) uma americana chamada Seidel no pelotão da frente, desde o início da maratona...
    Olá corredores! Era noite de 6 de agosto quando assisti pela TV (de queixo caído) uma americana chamada Seidel no pelotão da frente, desde o início da maratona até cruzar a linha de chegada em terceiro lugar, a menos de 30 segundos atrás das quenianas Jepchirchir (na ocasião 12ª do ranking mundial) e Kosgei, atual recordista mundial. Já havia achado fenomenal o fato da atleta ter conquistado uma vaga olímpica na seleção americana ao correr sua primeira maratona em fevereiro de 2020, em Atlanta na Geórgia. Naquela noite minha curiosidade aumentara exponencialmente. Nenhuma maratonista dos Estados Unidos havia conquistado medalha olímpica desde o bronze de Deena Kastor em Atenas, em 2004. Como Seidel, correndo a maratona pela terceira vez na sua carreira, escalou da 199ª posição do ranking mundial para o pódio Olímpico? Molly Seidel iniciou sua carreira correndo cross country no ensino médio. No seu último ano na high school ela foi campeã nacional. Durante sua complicada carreira universitária teve vários problemas de saúde, lesões e fraturas por estresse repetitivo. Mesmo assim, conquistou 4 títulos nacionais e esperava-se sua participação na seletiva olímpica dos Estados Unidos de 2016, como forte candidata a uma vaga nos 5.000 m ou nos 10.000 m. No entanto, ela não participou das provas e dias depois internou-se numa clínica para iniciar um tratamento para distúrbio alimentar, o qual, ao que tudo indica, teve forte influência na debilidade óssea da atleta, e consequentemente nas diversas fraturas que a afastaram do esporte. Em 2018 Molly retornou aos campeonatos. Em 2019 garantiu uma vaga para correr a maratona na seletiva dos Estados Unidos para as Olimpíadas de 2020. Terminou em segundo lugar, alcançando o índice olímpico e assegurando sua vaga. Esta trajetória cheia de desafios e surpresas é inspiradora por si só. Contudo, a narrativa da atleta sobre seu percurso é de grande valor para todos que praticam a corrida, seja de maneira amadora ou profissional.  
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  • 02/09/2021 Seu tênis está te machucando?
    Imaginemos você com seu fiel companheiro nos pés. Aquele que te possibilitou diversas vezes correr livre por aí potencializando sua saúde física e mental. Eis que...
    Imaginemos você com seu fiel companheiro nos pés. Aquele que te possibilitou diversas vezes correr livre por aí potencializando sua saúde física e mental. Eis que um belo dia de corrida você se dá conta que a sua relação com ele não é mais a mesma. Observando-o você percebe que a tecnologia de amortecimento se foi e o cabedal está rasgado. Seu solado está inteiramente liso. Depois das corridas as dores musculares são maiores e não há fortalecimento muscular que resolva. Esses sinais e alguns outros evidenciam uma relação já desgastada que nos permite refletir sobre como o estado do seu companheiro de corridas influencia no seu conforto e consequentemente na sua forma de vivenciar a corrida. Até para os(as) corredores(as) que apreciam um tênis com uma batida mais seca e sem tanta estrutura, a dita vertente minimalista da corrida, passa por isso. Ainda sim esses modelos também possuem um tempo de uso. Seja pelo cabedal que abre e potencializa a entrada de detritos como pequenas pedras ou areia ou pela característica lisa do solado depois de quilômetros percorridos.
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